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O Brasil pode exportar muito mais - APEX-BRASIL

Por APEX-BRASIL. Atualizado em 06/01/2021 - Publicado em 01/07/2015

A Apex-Brasil auxilia empresários de todos os portes que querem vender para o exterior


Exportar sempre foi uma meta da Feitiços Aromáticos, indústria de cosméticos localizada em São Paulo e que atua há 13 anos no
mercado com as linhas de produ- tos esotérica, sensual e natural. A meta foi alcançada no ano passado. Ou melhor, segundo a
sócia-pro- prietária da empresa, Raquel Cruz, a meta começou a ser alcançada. “Estamos iniciando nossas vendas no mercado
externo, mas elas já re- presentam 5% do faturamento e va- mos ampliar para chegar aos 10%. A exportação é muito importante,
principalmente em momentos de crise. Engana-se quem pensa que exportar é somente para as grandes empresas”, informa Raquel, cuja
indústria emprega 20 pessoas.

Atualmente, a Feitiços Aromáticos exporta para o Chile e mantém avançadas negociações para vender para a Colômbia. A empresa foi
uma das 3.400 atendidas no ano passado pelo Projeto de Expansão Industrial Exportadora (Peiex) - que qualifica as empresas para
exportar —, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A agência vinculada ao Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), completou 17 anos em 2014 e tem como princi- pal objetivo promover e
acelerar as exportações brasileiras e também atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos do País.


Raquel conta que já participou, pela Apex, das rodadas de negócios na Colômbia, no Chile e no Peru e de projeto setorial no
México. “O suporte da agência foi fundamental para começarmos a exportar. A Apex nos deu toda a consultoria necessária e
customizada", afirma.


Já para André Betoni, sócio-proprietário da BC Stones, em Papagaios (MG), a exportação sempre esteve na pauta de sua empresa, mas
os negócios tiveram novo impulso a partir de agosto do ano passado, quando ele participou de uma ação de marketing de
relacionamento promovida pela Apex, na Inglaterra, no GP de Silverstone — atividade que reúne empresários interessados em fazer
negócios em torno de um evento esportivo. “Os contatos foram muito produtivos. Conseguimos aumentar nossas vendas do ano passado
para cá, estamos investindo em novas máquinas, mais funcionários, ampliando galpão. Em resumo, estamos crescendo e a Apex
auxiliou muito", afirma Bertoni.

 


A BC Stones opera desde 2007. Ela atua na industrialização de ar- dósia para uso em telhas, pisos e chapas. Toda sua produção é
destinada ao mercado externo. “Esse tipo de ação ajuda muito a abrir as portas. Relacionamento é muito importante”, declara
Betoni. Além das ações de marketing de relacionamento das quais Beto- ni participou no ano passado e das rodadas de negócios em
que Raquel foi apresentar a Feitiços Aro- máticos, somente em 2014, a Apex realizou cerca de mil eventos em 59 paí- ses para
promover os produtos bra- sileiros. Neste ano, a agência deverá participar de mais de 1.200 eventos em cinco continentes.
Os técnicos da Apex-Brasil estão preparados para atender empresas de todos os tamanhos e faturamen- tos interessadas em
comercializar seus produtos no exterior. De 2006 a 2014, as exportações brasilei- ras que tiveram apoio da agência triplicaram,
passando de US$ 21 bilhões para US$ 62 bilhões.

Somente nos últimos dois anos, o volume de recursos exportados, resultados da participação da Apex, subiu mais de 40%. Além do
aumento do volume de negócio, é necessário destacar que a agên- cia trabalha com exportação de produtos e serviços com maior
valor agregado.

Para impulsionar as exportações, o presidente da Apex, David Barioni Neto, planeja focar a capaci- tação de empresários para o
comércio exterior. “No Brasil, menos de 20 mil empresas exportam. Existe muito potencial para ser explorado”, afirma o
presidente.

 

Entre as principais atividades da Apex estão a promoção de missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à
participação de empresas nacionais em grandes fei ras internacionais e visitas de compradores estrangeiros e formadores
de opinião às estruturas produtivas brasileiras. Os projetos setoriais, desenvolvidos em parceria com as associações
empresariais,ficam com a maior fatia de recursos do orçamento da agência, cerca de 70% dos R$ 534 milhões previstos para este
ano. A agência apoia 84 setores.
A Apex tem escritórios em nove cidades do exterior: Miami, São Francisco, Bruxelas, Luanda, Havana, Bogotá, Moscou, Dubai e
Pequim.

 

Exportação é um caminho para a retomada do crescimento
As empresas que contaram com o apoio da Apex tiveram aumento de 33,8% nas exportações em relação a 2013

David Barioni Neto, 56 anos, assu miu a presidência da Apex-Brasil em fevereiro deste ano com a missão de aumentar as exportações
via agência, torná-la mais conhecida junto aos empresários e dar maior agilidade e rapidez aos processos. Ele deverá realizar os
ajustes necessários na parte financeira e administrativa da Apex para torná-la ainda mais produtiva, focada em resultados. David
Barioni Neto é graduado em administração de empresas com especialização em administração em finanças. Foi vice-presidente da GOL
Linhas Aéreas e presidente da TAM Linhas Aéreas. Leia a entrevista:

Aumentar as exportações é uma prioridade na política do governo federal?
Com certeza! O governo está fo- cado no aumento das exportações como um caminho essencial para a retomada do crescimento do País.
Uma demonstração clara disso foi o lançamento do Plano Nacional de Exportações (PNE) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria
e Comércio Exterior, Armando Mon- teiro Neto, que confere novo status ao comércio exterior. No curto pra- zo, trabalharemos com
capacitação. A Apex-Brasil também pode auxiliar com pesquisas sobre potenciais oportunidades de mercado e na promoção comercial
das empresas brasileiras. Entre os pilares do PNE temos, ainda, a facilitação da exportação por meio do Portal Único, uma
ferramenta espetacular para reduzir a burocracia e acelerar os processos de exportação.

Quanto das exportações brasileiras pela Apex?
Cerca de 28% do volume total exportado pelo Brasil. São 11 mil empresas apoiadas pela agên- cia que, juntas, acessam 200 mer-
cados ao redor do mundo. Essas empresas tiveram um crescimen- to de 33,8% nas exportações em relação a 2013, enquanto as não
apoiadas tiveram redução de 7%.

De que forma a Apex vai colaborar para o aumento das exportações?
Nosso objetivo é estimular as empresas que já exportam a exportar mais. As que interromperam as exportações a voltar a olhar para
fora. E as que não exportam, que se preparem e iniciem o processo. Vamos atuar também para ampliar o número de setores atendidos.
Esse é o momento para as empresas ganharem o mercado internacional. Temos que aproveitar. A Apex-Brasil está preparada para
ajudar.

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