ABIMDE
O Brasil vem buscando diversificar sua produção industrial nos últimos anos para consolidar setores já firmados no cenário internacional e no florescimento de outros em que o País não tem tradição. Um ramo que já foi pujante e passou por um longo ostracismo foi a indústria de defesa. Há até poucos anos o cenário era muito ruim, mas agora a área vem crescendo e recebe fortes investimentos governamentais. A aposta do Palácio do Planalto é que a pasta da defesa seja um dos “puxadores” do crescimento econômico brasileiro em breve.
Para o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, os aportes financeiros em defesa são vitais para a economia brasileira. Ele acredita que os investimentos neste ramo poderão trazer benefícios para o parque industrial brasileiro, assim como aconteceu em diferentes países do mundo.
“Política de defesa é fundamental para a indústria brasileira. Desde que definimos esse paradigma, construímos uma base da indústria de defesa nacional. Nós sabemos que os países que têm uma política industrial de defesa forte, tem uma indústria forte. O maior exemplo, claro, são os Estados Unidos. Nós acreditamos que essa é uma das grandes alternativas tecnológicas do parque fabril brasileiro”, apontou o ministro, durante evento promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), nesta quarta-feira (12), em Brasília (DF).
Parceria
O trabalho conjunto entre os ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), também foram destacados pelo titular do MDIC. Para Mauro Borges, a parceria é fundamental para o sucesso dos programas de estímulo à indústria e à inovação.
“Todas as políticas industriais e tecnológicas são feitas em parceria entre MDIC e MCTI. É um ministério chave para que as nossas políticas possam ser implementadas”, arrematou.
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