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Forças Armadas vão proteger estruturas estratégicas durante os Jogos Olímpicos Rio 2016

Por Ministério da Defesa. Atualizado em 06/01/2021 - Publicado em 02/02/2015

As estruturas estratégicas – como, por exemplo, linhas de transmissão, subestações de energia e de abastecimento de água – receberão a proteção das Forças Armadas durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Além disso, as tropas militares atuarão na fiscalização e controle de explosivos, defesa cibernética, segurança de autoridades de autoridades e da chamada “família olímpica”.

As orientações gerais para a atuação do Ministério da Defesa (MD) e das Forças Armadas em apoio a essas atividades estão na Portaria n° 232, assinada pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, e publicada, nesta segunda-feira, no Diário Oficial da União. De acordo com a portaria, o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), a Secretaria Geral do MD e os Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica atuarão, de forma integrada, seguindo o modelo dos grandes eventos já realizados no país.

O planejamento no âmbito do MD vem sendo feito pela Assessoria Especial de Grandes Eventos (Aege), setor de assessoramento do ministro da Defesa Jaques Wagner. Na próxima sexta-feira (06), os integrantes da Aege participam de reunião no Rio de Janeiro (RJ) para tratar o assunto.

A portaria prevê ainda que as Forças ficarão responsáveis pela preparação de atletas militares de alto rendimento, na cooperação para o aproveitamento de áreas militares. O documento estabelece o apoio à organização dos Jogos 2016 e o uso de aeródromo militares para embarque e desembarque de passageiros e cargas, trânsito e estacionamento de aeronaves civis.

A missão da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos Jogos Olímpicos seguirá o mesmo padrão já adotado nas Copas da Confederação, em 2013, do Mundo Fifa 2014; e na Jornada Mundial da Juventude. Nesses grandes eventos, as ações dividas em eixos estratégicos, tais como Defesa Aeroespacial e Controle do Espaço Aéreo; Fiscalização de Explosivos; Segurança e Defesa Cibernética, Prevenção e Combate ao Terrorismo (incluindo atividades de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear – DQBRN), além da força de contingência.
O texto informa, também, que o plano de segurança será executado em cooperação com o Ministério da Justiça, Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, bem como os governos do Rio (Estado e Prefeitura), sede do Jogos Olímpicos 2016, e o Comitê Organizador Rio 2016.

Segundo estabelecido, os militares também darão apoio à prevenção a incidentes e catástrofes, e vão realizar atividades de vigilância e controle de acessos e de inteligência, de segurança a instalações aeroportuárias e de repressão e combate ao terrorismo e ao tráfico de drogas. Serão utilizados meio aéreos, marítimos, terrestres e aeroespaciais.

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