ABIMDE
Por Daniel Rocha
Pesando apenas 18 gramas, o dispositivo lembra um helicóptero em miniatura e foi projetado pela norueguesa Prox Dynamics (que, atualmente, também possui escritórios na América do Norte e participa de eventos especializados no mundo todo, inclusive no Brasil). Vendido com exclusividade para forças policiais e organizações militares, o drone possui autonomia de 25 minutos de voo ininterrupto e equipado com um módulo GPS que lhe permite seguir caminhos pré-programados pelo operador.
Indo além, este pequeno notável é equipado com câmeras de alta definição capazes de transmitir imagens em tempo real ou salvar gravações no HD localizado em sua base móvel (nenhum dado é armazenado no drone em si, de forma que o inimigo não tenha acesso a informações sensíveis caso consiga capturar o pequenino helicóptero). No modo de voo livre, o controle do Black Hornet é feito através de uma espécie de joystick ligado à uma tela LCD.
Uma arma valiosa
As utilidades militares para o PD-100 são infinitas. Por ser discreto, silencioso, ágil e ser equipado com uma bateria de longa duração, o drone é uma arma valiosa para missões de reconhecimento, identificação de objetos, espionagem de curta distância, inspeção de complexos nucleares e até mesmo em combates armados em geral - afinal, ele consegue aumentar de forma absurda a visibilidade de um exército.
As Forças Armadas do Reino Unido utilizaram versões prévias do Black Hornet em missões no Afeganistão para ver através de paredes e detectar eventuais armadilhas no solo. Agora é a vez do Exército dos Estados Unidos adotarem a estratégia: a organização firmou um contrato com a Prox Dynamics e os noruegueses concordaram em ceder drones com alguns complementos bastante úteis, incluindo uma câmera de visão noturna. Os testes começaram no mês passado.
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